segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Jornalismo é preciso resgatá-lo de fato e de direito


Anderson França
O atual ecossistema de notícias aparentemente mais rico pela tecnologia deveria ter melhor qualidade. Ele está mais fino e é uma tendência atual vinda da Internet, mas matérias produzidas e bem elaboradas praticamente são rarefeitas. Perderam-se como uma bomba de nêutrons, onde a mesmice sobreviveu, levando na implosão a criatividade. Resultado: a dualidade se estabeleceu com a falta de cuidado da informação. Falsa ilusão do melhor pela rapidez. No entanto, infinitamente pior por abrir brecha para a desinformação. O que se observa hoje é a tecnologia digital, de um lado, priorizando instituições, tornando-as poderosas na organização da pauta de notícias. E, invariavelmente em detrimento da Comunidade, do bem-comum. E do outro lado, a selvageria da desinformação devorando sem critério algum o cidadão e a própria Cidadania. O público de Rádio, ao meu ver, deseja e quer a ampliação da Prestação de Serviço. Quer que o Veículo não tenha vícios políticos, com mais clareza, princípios e valores: informação e não desinformação e falta de conteúdo, que predomina na sua totalidade. Esse “radio ouvinte”, hoje é bem mais participativo, tem opinião que precisa ser respeitada. Acima de tudo, abomina a prática de um jornalismo tendencioso, mascarado, onde a notícia unilateral não tem compromisso com a verdade e a transparência real dos fatos.
A notícia é hoje mais democrática sem dúvida, por ampliar a participação, abrir o leque. Porém, ao mesmo tempo, é mais idiota – a área de cobertura dos governos municipal, estadual e federal conceitua meu pensamento, sendo ampla, mas totalmente desastrosa, apressada e sem os cuidados básicos jornalísticos exigidos. Assim, a inversão de valores se estabelece: há abundância de veículos jornalísticos que não corresponde ou significa em geral riqueza de reportagens ou matérias criteriosas, verdadeiras e bem-sucedidas, no impresso ou na mídia eletrônica. Por vivência diária e experiência própria, contato direto com o ouvinte/leitor ao longo de mais de quatro décadas, considero que o Jornalismo Comunitário deveria ter mais espaço e hora de ser e existir. No contexto, pautas importantes como Educação, Saúde e Meio Ambiente, além de outras fontes ricas no espírito de informação comunitária, praticamente, se eclipsaram ou desapareceram melancolicamente, no declínio paralelo nas reportagens locais. A imparcialidade ainda é um mandamento vital e importante na formação do repórter e para o próprio existencialismo do Jornalismo. O mesmo famigerado fenômeno acontece com a Ética na Informação: é preciso, portanto, resgatá-las urgentemente, para não padecermos de falta de credibilidade maior.
Os problemas que citei acima são fundamentais para banir a desconfiança. Jornalismo é Jornalismo e sempre será em qualquer veículo e modalidade, mas bom-senso e noções básicas de qualquer profissão não podem ser violadas ou jogadas ao vento. Vejo surgir um consenso que, levando em conta o todo, é muito mais saudável para um trabalho jornalístico de interesse público. E assim deve ser. A realidade é que não podemos inovar desprezando a base, os princípios e os valores. A notícia é grandiosa por si só, não precisa de impacto consideravelmente alarmante. O efeito contrário a essa regra, no meu ver, se torna particularmente prejudicial no consenso geral da informação: é preciso evitar o Deus dos cliques – receita publicitária ou algo semelhante, sempre gerador da desinformação e não condizente com a ética e justiça social. Hoje temos a velocidade da informação como roda giratória, mas a velocidade em nome apenas da velocidade e não da veracidade dos fatos, ou conteúdo gratuito, sem sustentação, altamente irresponsável e deletério.

Infelizmente, parece que o tempo parou em termos nacionais. Somos causa e efeito de nossos erros em um verdadeiro moto contínuo. Vivemos uma crise sem precedentes, porém há uma onda de pessimismo no país. A herança pura e simples ainda da má gestão da economia. A mediocridade política em geral não se deve à crise internacional. E o pior essa mesma mediocridade está criando e fomentando cada vez mais o temor de colapso. Sarneyzação, o impeachment de Dilma na ilusão de que isso estancaria a crise econômica e restauraria o crescimento, na verdade é falta de competência de mobilização e articulação para frear o pior. Agora uma paralisia política durante o processo vai é piorar a economia e alimentar o pessimismo, originando novos acidentes de percurso. Os tempos mudaram e a mudança é favorável para aguentarmos a atual turbulência. Precisamos cada vez mais construir instituições sólidas, mas com responsabilidade nacional acima de tudo. Ainda não está tudo perdido. A indústria sofre demais os efeitos atuais, mas tem imunidade porque continua complexa e diversificada. E o agronegócio se tornou um dos nossos mais competitivos segmentos.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Economia- Só Hércules Salva!!!!



Referência entre os economistas Nelson Barbosa tem previsões sombrias para 2015 e desafios gigantescos para o próximo governo do País.Os principais entraves macroeconômicos estão diretamente ligados à esfera cambial e à fiscal. O desafio cambial, frisa o economista que já foi secretário especial do Ministério da Fazenda,  é tornar o sistema de metas de inflação menos dependente da apreciação da moeda vigente, o real. Já o fiscal é aumentar resultado primário recorrente. E, ao mesmo tempo, não deixar de atender às demandas crescentes da população, sem aumentar a carga tributária.Portanto, missões dificílimas semelhantes em mitologia aos Doze Trabalhos de Hércules. Para quem não sabe, entre os heróis gregosdestacava-se Héracles, mais conhecido pelo nome romano -Hércules - cultuado em toda a Grécia Antiga. Ele era um herói nacional. Tornou-se famoso por ter realizado doze trabalhos, em benefício dos gregos. O passo inicial do uso do câmbio no combate à inflação já é hereditário, 2003 a 2005, com o uso da correção no câmbio, com uma apreciação do real eliminando a depreciação dos anos anteriores. Ao final do período, a taxa de câmbio real havia retornado ao patamar de antes da crise argentina e próxima ao pré-Plano Real.
De 2006 a 2008 foi uma fase de apreciação, com o boom dos preços internacionais de commodities reduzindo ainda mais o câmbio, para um valor próximo ao do Plano Real. Esse período terminou com a crise de 2008.De 2009 a 2011 foi uma fase de apreciação e intervenção, depois que a expansão da liquidez internacional gerou outro boom nos preços internacionais de commodities e devolveu o câmbio aos níveis verificados no final do Plano Real. O período, lembra o renomado economista,  terminou no início do governo Dilma, com a introdução de um imposto sobre o aumento da posição vendida em Reais no mercado de derivativos cambiais.A partir de 2012 o Real começou novamente a depreciar devido ao novo cenário econômico mundial. De dezembro de 2011 a dezembro de 2013 o real se depreciou 21%.
A partir de 2013 a forte depreciação do real levou o governo a rever sua  estratégia passando a combater a depreciação. NO final de 2013 o Ministério da Fazenda retirou a maior parte da tributação sobre entradas de capital, enquanto o Banco Central passou a oferecer proteção financeira contra a depreciação do real via swaps cambiais. Até agora, esses swaps equivalem a 25% das reservas cambiais brasileiras.Entre dezembro de 2013 e julho de 2014 o real apreciou-se 8%. Sem essas intervenções, mantido o nível real de agosto de 2013, o dólar deveria estar em R$ 2,51, em lugar de R$ 2,23 em julho de 2014.Contribuiu também para a apreciação a retirada de estímulos monetários nos Estados Unidos.  Mas a razão maior da luta contra a depreciação cambial foi a inflação.Pelos levantamentos de Barbosa, o BC cumpriu a meta de inflação em onze dos quinze anos desde a adoção do sistema em 1999. Em oito desses onze anos houve redução da taxa de câmbio real; em seis deles, redução da taxa nominal. Os três casos de cumprimento da meta sem apreciação cambial devido a outros fatores: meta bastante elevada em 1999 e controle dos preços administrados em 2012 e 2013.Com esse modelo errático, a economia passou a ser alvo de manobras especulativas via operações de arbitragem entre taxas de juros internacionais e internas.Vai-se apreciando o câmbio real até que ele fique tão baixo que o mercado passa a apostar na depreciação do real. Nesta curta e grossa análise do economista Nelson Barbosa, chegamos à conclusão: precisamos mesmo  da figura de Héracles, mais conhecido pelo nome romano -Hércules - cultuado em toda a Grécia Antiga, como salvador da Pátria, salvador da Economia nossa de Cada Dia. Mandem uma convocação urgente para a Grécia, telegrama, fax, email, scraps, ligação direta, precisamos dele, um herói nacional para salvar sem mitologia.... a economia nossa de cada dia.

sábado, 27 de setembro de 2014

Ame-os e nunca os deixe-os!!!! Ode aos animais




A Índia anunciou o fim aos testes da indústria de cosméticos em animais. Assim, ela se une à Europa e a Israel como uma das zonas em que experimentos dolorosos com animais devem ser substituídos por alternativas éticas e não-animais.
“Produza a terra seres vivos segundo a sua espécie!” 
“Animais domésticos, animais pequenos e animais selvagens, segundo a sua espécie!” 
E assim se fez. Feitos pela Vontade do Criador, destruídos pela vontade do homem. Pode haver algo mais sórdido, mais torpe do que um crime praticado contra uma criatura indefesa, como é o animal? Reflitam: apenas ame-os e nunca os deixe-os.


A decisão anunciada pelo Drug Controller General of India (DCGI) é resultado de uma campanha da Humane Society International (HSI), uma das mais importantes organizações de proteção animal no mundo, chamada Be Cruelty-Free (Liberte-se da Crueldade), que durou mais de um ano. Agora, o próximo passo da campanha é tornar ilegal a venda de produtos testados em animais nas lojas indianas.Mas se de um lado a proibição é uma grande vitória para os grupos dos direitos dos animais, de outro,  a luta está longe de terminar.
"Este é um grande dia para a Índia e para os milhares de animais que não vão mais sofrer. No entanto, mais trabalho ainda precisa ser feito", destacou Baijayant Panda, membro do parlamento da Índia.
Proibir vendas
O próximo passo da campanha, reiterando,  é tornar ilegal a venda de produtos testados em animais nas lojas indianas. A HSI quer que a Índia proíba a importação e venda de produtos testados em animais em qualquer parte do mundo. "Proibir produtos cosméticos que são testados em animais no exterior e, em seguida, importados e vendidos aqui na Índia é um passo a mais do nosso governo. Só dessa forma, a Índia pode demonstrar seu compromisso com o incentivo de métodos modernos de pesquisa, sem animais e ser verdadeiramente livre de crueldade", concluiu o parlamentar.
Proibição no Brasil
Após esses países aderirem a proibição, a Humane Society International tem pressionado o governo brasileiro a também proibir os testes em animais.Uma pesquisa realizada pela HSI e conduzida pelo Ibope revela que dois terços da população brasileira apóia a mudança na legislação. Cerca de 66% dos entrevistados se diz favorável à proibição nacional dos testes em animais para cosméticos e seus ingredientes no Brasil. Amigos e amigas deste Por Dentro da Mídia, vamos usar a rede social, para pressionar o governo brasileiro a tomar idêntica atitude.
É hora do Brasil também proibir os testes em animais. Vamos libertar os nossos bichos da crueldade!!!  Apenas ame-os e nunca os deixe-os. Faça-se a luz. E a luz se fez.
 “Fervilhem as águas de seres vivos, voem pássaros sobre a terra!” 

.



sábado, 6 de setembro de 2014

PUNIÇÃO E CADEIA JÁ PARA OS RACISTAS

O racismo no Brasil está outra vez em pauta. E se torna aparentemente mais evidente em campos de futebol. Fatos que – pela absurda reincidência – comprovam um País que ainda mantém  laços nítidos de segregação.
O relevo de favorecimento a uma população de elite e branca, no quadro social, infelizmente, impulsiona práticas racistas pontuais e até mesmo estruturais, onde negros e negras continuam sofrendo  ataques  viscerais. Os negros são maioria em solo brasileiro e constituem a maior população carcerária. Mero engano pensar que são vitimizados apenas em estádios. No silencioso dia a dia, passam sem holofote, as discriminações em nossas favelas e periferias brasileiras. A própria palavra Justiça, maculada, pela violação permissiva, alimenta efeitos colaterais do racismo institucionalizado, quando o foco é negros e pobres, sem a devida igualdade social que lhes é de direito.
O abuso, a violação aos direitos humanos, parece agora reeleger o cenário do esporte. O enredo é o mesmo de um passado nem tão distante, quando clubes não permitiam a presença de negros. Os vestígios são idênticos, abrigando novamente racistas vestidos de torcedores.
Chega de reação momentânea, é preciso cadeia e penas pesadas para os racistas. De dois anos para cá, aconteceram nove casos semelhantes ao verificado na partida Grêmio e Santos, contra o goleiro Aranha. Ninguém foi punido ou preso, apesar do crime de racismo. Foram, na verdade, penas leves, comunitárias e sem efeito punitivo. É hora de virar o jogo e aplicar a lei com rigor que merece o caso, colocar fim ao comodismo e passividade. Apenas revolta não resolve. O racismo não está só no futebol. É necessário freá-lo, extirpá-lo. Nesta altura do campeonato, sem prorrogação, atitude firme e rigorosa sempre: punição e cadeia já para os racistas.

Um bairro no ABC Paulista que é verde por excelência


 Hoje quero dar os parabéns para o bairro Santana no ABC Paulista,  em Ribeirão Pires. Essa é realmente uma referência de comunidade ecológica, que sabe dar valor a reciclagem e renovar  materiais descartados. No exemplar bairro Santana tudo se transforma e ganha forma. Em várias casas, temos verdadeiros recantos botânicos, com variedade de espécies de plantas cultivadas em vasos adaptados. Eles, os vasos surgem de objetos retirados do lixo. E nascem de recipientes, por exemplo,  feitos com a base de um filtro de água quebrado. Há ainda flores plantadas dentro de fruteiras, baldes, pneus, manilhas, calhas e outros objetos de forma criativa, que são todos reaproveitados. O lixo urbano é praticamente repaginado e serve de abrigo para a fauna e flora.
Nada se perde tudo se cria no bairro mais natureba e com a bênção de Gaya destes quadrantes paulistas. Fôrmas de bolo colocadas sobre manilhas viram suporte para vasos. O reaproveitamento de materiais descartados também é utilizado no interior de casas, servindo como revestimento de paredes.
Dar utilidade a materiais que, para muitos, não têm mais valia nenhuma é mesmo o forte do bairro Santana. Os moradores se cotizam e no esquema de cooperativa, destinam recursos obtidos com a venda de materiais recicláveis para castrar animais   que vivem na rua, ou outros cujos proprietários são carentes. Toda vizinhança participa da ação. E olha que no bairro Santana não há coleta seletiva de lixo. Mas nem precisa, porque a reciclagem já é um velho e saudável costume entre os vizinhos.

Parabéns bairro Santana, parabéns Ribeirão Pires, pelo engajamento verde na defesa dos animais e na real preservação do meio ambiente. Bairro Santana, um exemplo que poderia e deveria ser regiamente seguido por outros rincões brasileiros, virar lei natural nos mais de cinco mil municípios do País. A Natureza Agradece e como AGRADECE!!!!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Paz e Harmonia na Educação Brasileira


 
Anderson França
 
Começo essas mal traçadas desta semana com dois tópicos futuristas sobre a Educação nossa de cada dia. Primeiro ítem: Valente mesmo é quem não briga". Esse é o tema da campanha nacional “Conte até 10”, que o Ministério Público vai realizar nas escolas do país. O objetivo é reduzir a violência entre os jovens. Quatro temas básicos serão discutidos em sala de aula: valorização da vida, direitos e deveres dos adolescentes, violência nas escolas e bullying. Um detalhe contribuiu muito para levar a campanha para as escolas do ensino médio: de acordo com o Conselho, 40% dos jovens brasileiros, entre 15 e 24 anos, que morreram este ano, foram assassinados. Parabéns MP. Paz também nas escolas hoje e sempre!!!!!
Segundo ítem: sou obrigado a uma vez lamentar notícias que ressaltam e comprovam a qualidade deficitária de Ensino no País: meu descontentamento tem base em  informações, que causam consternação e estarrecimento àqueles que sempre lutaram pela melhoria no Ensino Nacional. Com base na pesquisa Idosos no Brasil, divulgada pela Fundação Perseu Abramo, ficamos cientes que 92%, dos idosos possuem alguma fonte de renda e contribuem para as despesas da casa. Cerca de 71% deles (88% dos idosos homens e 58% das idosas), inclusive, se dizem chefes da família onde vivem. São homens e mulheres que contribuíram bastante para o crescimento do País, e, na verdade, hoje, deveriam estar desfrutando de uma aposentadoria saudável e recompensadora.
 
Entretanto, ao contrário, ainda levam nas costas a árdua, responsabilidade de Chefes de Família. Também neste quadro, o poder aquisitivo contrasta com a baixa escolaridade, já que 49% deles são classificados como analfabetos funcionais. 
 
Nesta mais nova confirmação da Baixa Escolaridade, a pesquisa em questão mostrou que 89% dos idosos não passaram da 8ª série do ensino Fundamental (18% não tiveram nenhuma educação formal) e apenas 4% chegaram ao ensino Superior, mesmo que não tenham completado. Cerca de 49% deles são analfabetos funcionais (entre a população mais jovem esse índice é de apenas 13%). 
Desses, 23% disseram não saber ler e escrever, 4% afirmam só saber ler e escrever o próprio nome e 22% consideram a leitura e a escrita atividades penosas, seja por deficiência de aprendizado (14%), por problemas de saúde (7%) ou por ambos motivos (2%). 
 
É lamentável que o Brasil que vem excluindo a Juventude de um Ensino Digno, também, comprovadamente, o faça com os Jovens Senhores e Senhoras da Terceira Idade. Assim, ressalto a importância, uma vez mais de investir integralmente na Educação, para o Bem Geral da Nação. Educação é a pedra basilar do Nosso Futuro. Aproveito a oportunidade, para enaltecer o trabalho de várias Rádios espalhadas pelo País, pelas campanhas educativas em nome deste front educacional. E, faço o mesmo, em relação a essas emissoras, que também brilhantemente marcam presença em nome da Cidadania e Justiça Social. Lembro uma vez mais: a luta por uma Educação Adequada continua, em nome do Futuro do Brasil, em nome da nossa própria Cidadania e, em nome dos nossos filhos e nossos netos.  Termino... essas mal traçadas desta semana com desejos futuristas para a Educação nossa de cada dia: que venham paz, harmonia e sabedoria, para um AMANHÃ MELHOR PARA TODOS NÓS!!!!