sábado, 31 de março de 2012

Pegasus

 
Pegasus
Através da areia escaldante, dunas e pirâmides espreitam o florescer de novas savanas...Beduinos atravessam confiantes o imenso deserto, porque sabem que não existe caminho incerto para as verdadeiras caravanas....

Um dia no calor do deserto, um príncipe árabe perdido, pensando estar abandonado e esquecido, claudicou e adormeceu entre as dunas...
Ele sonhou e repassou fortunas, conquistas e amores
E quando a Morte se aproximava, sentiu um calafrio diferente, vindo da imensidão, vindo do interminável vazio...
A tempestade de areia cegou momentaneamente a esperança, mas uma brisa soprou de repente na mente, mudando toda a sorte...
Vinda no Norte,gerou um Oasis,depois surgiu uma Savana e um tropel bendito e salvador de uma eterna Caravana
Na frente de sete dromedários, um sheik de negro brincando com as cores primárias, conduzindo os anjos beduinos...
E o reluzir e tocar de sinos...
E o príncipe não sucumbiu, Luzes na Tempestade de Areia, ele ainda viu..

Seria um milagre no deserto??? um pégaso branco se aproximou: um cavalo selvagem, gerando Asas entre a realidade e a miragem...
E o Príncipe voou e voou..
Alçou sonhos de mil e uma noites, dobrou miranetes de Bagdá, Louvou Alá, ultrapassou tapetes mágicos, venceu a Morte e derrotou inimigos invisíveis, os mais terríveis, os mais vis...
E o pégaso, Pegasus.. uma Constelação Formou,Brilhou o cavalo real árabe que cavalgou... cavalgou... que usou somente a mente e poderes sufis...

Através da areia escaldante, dunas e pirâmides ainda semeiam o florescer de novas savanas...
E é, por isso, talvez, que Beduinos atravessam sempre confiantes o imenso deserto, porque sabem que, com fé e convicção, jamais existirá caminho incerto para todas as caravanas....

Nota do autor: Na Mitologia Grega, o pegasus é um cavalo alado, que nasceu da serpente Medusa. E, do nascimento até a grande batalha com o monstro de várias cabeças, Chimaera, pegasus vivenciou uma idílica trajetória de luz. E, conseguiu chegar a uma gloriosa transformação. Atingiu o ápice, se transformando em Glória Etéria, em uma Majestosa Constelação, que leva seu nome até hoje: PEGASUS...

 
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domingo, 25 de março de 2012

Verdadeiro Desarmamento

 
 
Verdadeiro Desarmamento

A melhor arma é aquela que desarma,
Que soma, tem paciência e beira à calma.
Não há estrondo na prece, apenas quietude, amplitude e alimento para a alma...

O verdadeiro desarmamento é um silencioso momento, que não se percebe, se concebe e voa livre e célere perto do Divino.

Ao invés de tiro, uma brisa que conforta o coração, um canto primaveril dos baobás e todas as sábias árvores.
Apenas doce e eterno, hino que vem dos céus, sem crime, julgamento, promotores e sem réus...

Essa é a melhor arma, a esplêndida e formosa Arma que Desarma do Senhor...

Sem mágoa, ódio, culpa ou mesmo rancor...

Não há batalhas, guerras, derrotas ou vitórias terrenas.
Ah, que arma poderosa é essa que é apenas, a própria vida, essência de quem acredita no simples merecimento, vento do próprio tempo, Simplesmente a LUZ, Jesus o teu nome é AMOR!!!


   
Anderson França.

sábado, 24 de março de 2012

Nova melodia de um novo tempo!

 
Nova Melodia de um maha-mantra

A NOVA MELODIA TRAZ A PAZ DE UM NOVO ANO QUE SE INICIA...
Mas, é preciso perceber nos acordes na nova canção, que nada ficou para atrás.
As notas musicais e as cores são sete e algumas delas -em outra sintonia – em outra tonalidade – sempre estarão aninhadas em qualquer canção!!!
Mesmo na linhagem que se principia repousam parte de antigas cantigas.

O segredo está em seguir firme, sem medo, com desapego, refazer a harmonia e observar, além do horizonte, a fortaleza que habita a própria vida.
É tempo de cantar e compreender, que até os pássaros -antes de provar da liberdade- não temem a queda ao abrir -pela primeira vez- as asas da sonoridade para começar a voar.
Cantem todos entoados ou não, cantem a ciranda que guardaram esconderam ou esqueceram verdadeiramente no coração...
Cantem os mantras,  para libertar as vossas mentes, cantem os hinos e salmos em devoção ao Sorriso de Cristo e sejam infantis, pueris alegres inocentes e Sorridentes.
Cantem para o Poder da Palavra poder Vibrar....
Para o Primeiro Verbo estar Presente e Poder Ungir os Montes e Abençoar  os rios que nunca desistem de correr para o Mar
Cantem e Vibrem com a Natureza, aprendam a escutar o canto do Vento do Leste, que canta simplesmente por CANTAR...
E neste adorável Cantar: Amem seus próximos e os desconhecidos como fossem Vós, única voz de antigos amigos e  desconhecidos-conhecidos.
E neste mágico Momento DELE em ti, seja o cantar das cotovias o murmurar dos golfinhos e das baleias, seja um bem-ti-vi
 Dêem agora o passo certo, Permita que Ele Esteja Bem Perto... e tenham, ao ouvir a Nova Melodia, o Conhecimento e a Sabedoria da Libertadora Musicalidade.Nunca se esqueçam de ter compaixão e piedade na partitura desta nova canção:
Harê Krishna, Harê Krishna, Krishna Krishna, Harê Harê/ Harê Rãma, Harê Rãma, Rãma Rãma, Harê Harê
Rimas em Louvor do Amor irradiam imediatamente forma eterna e luminosa do Sagrado Manto do Universo, da Tríade Poderosa do Espírito Santo.
E apenas brilhem agora... como centenas de milhares de sóis. Cresçam e renasçam em novos arrebóis em potências ilimitadas de prazer, conhecimento e eternidade.
E assim, purificados pela Celestina Melodia , pratiquem o Canto Diário de Cristo,  o Cantar dos Cantares, o Setenário Iluminado da Paz, Amor, Felicidade, Compaixão, Piedade, Alegria e Harmonia.

Harê Krishna, Harê Krishna, Krishna Krishna, Harê Harê/ Harê Rãma, Harê Rãma, Rãma Rãma, Harê Harê . (Maha-mantra. Maha o maior, e mantra: som que liberta a mente)


Diretos reservados- luzescelestiais.Andyfrança- Anderson França

quarta-feira, 21 de março de 2012

Cantigas ao luar

 

CANTIGAS AO LUAR

Se você abrir os olhos do coração, verás luzes que não brilham no universo, são estrelas que florescem no amanhã do verso em pleno ar.

Elas repousam escondidas e esquecidas atrás dos montes entre cantigas do luar.

Pense forte nesta energia, perfiladas nas corredeiras das mágicas fontes...

Ver o que não se vê é como respirar o pólen da vida, abrir em asas angelicais e caminhar na serenidade das luzes celestiais.

Quando o Grande Coração pulsar neste seu olhar, perceberás que a magia realmente estás em ti...

No voo perfeito feito de alçar de cotovia, na harmonia, do sol em rouxinol, do parar no ar do beija-flor, do chamar do bem-te-vi!!!
Esta leveza, com certeza, poderá erguer as pedras e levitar cordilheiras, transmutar o Himalaia em Nuvens de Cambraia...

Tente esse milagre em um dia qualquer...

Levite, medite, acredite e inspire e conspire com a mágia que vier...

Colha os sonhos que quiser no Intenso Brilho do Espírito do Pai e do Filho.
Seja o verso e o próprio universo e percorra o ser e o existir...

Na névoa úmida, no cair do orvalho, no mexer do carvalho na própria vida que a qualquer momento há de vir...

Anderson França

terça-feira, 20 de março de 2012

AS CANÇÕES QUE AS ESTRELAS CANTAM


 

O mesmo Verso

A luz da felicidade brilha forte em qualquer coração. É como canção que as estrelas tecem ao formar de uma nova constelação.Não há barreiras que não podemos transpor. É preciso acreditar nesta energia sem fim, cheirando a jasmim, essa doce energia chamada Amor. Felicidade e magia em poesia hoje e sempre são como um perdido caminho. O linho da última nuvem, que está por perto, tênue em eterna formação, capaz de sustentar todas as nossas vidas.É preciso, Paz e magia hoje e sempre em novas estelares avenidas. Somos todos nós a mesma voz, rimas de trova e verso, apenas menestréis, anjos e estrelas do Verdadeiro Universo.
E FEZ-SE O VERSO... A VIDA...A MAGIA... A BRANCA POESIA... E O PRÓPRIO SENHOR DO ABSOLUTO... O PRÓPRIO SENHOR DO UNIVERSO. As canções que as estrelas cantam, encantam são o próprio Manto do Encanto,,,

segunda-feira, 19 de março de 2012

Poeira do tempo

 

Poeira do tempo, ao vento, ao relento do infinito

(Ao som de Dust in the wind. Kansas...)

Um dia , em meio a uma noite qualquer de um século perdido... em meio ao tempo de ninguém, eu chegarei silencioso, ofegante, mas triunfante, cavaleiro da Lua Cheia Azul que cruzou a essência, alimentou a energia sublime do amor... percebeu o renascer do ser ou não ser...
Estarei em epopéias, revivendo as buscas, cartas celestes e prosopopéias
Verei Cruzadas que julgava sem fim, trazendo destas caminhadas, a surrada bagagem de estrelas, bagagem iluminada, aliviada de várias vidas , esquecidas e vividas, voltas e voltas e idas e idas ...

Haverá apenas a poeira do tempo e o mesmo sol do início, ao vento, ao relento, em acalanto do Infinito...
Neste rito, dia de data estelar, longe daqui, longe da atmosfera terrestre, chegarei ali, estarei aqui no ponto máximo, no tamanho da gota que compõe o Oceano, chegarei profano, pequeno quase invisível, mas forte e estrondoso, frondoso, com jeito de trovão cósmico, igual ao pó e a poeira que o vento deixa ao passar, igual a brisa que vem do mar e que, no desengano, no descuído, ao soprar, alisa e alimenta aventuras e desventuras de navegantes errantes,
Serei, então os antigos e os novos Infantes, certos, incertos, em compassos e descompassos dos sábios astros
Serei Galileu, orbitando em sonhos e mastros a Terra do Nunca, tecendo cálculos geométricos de Elfos, contas e búzios de Oráculos de Delfos.

Serei o estranho conhecido, acendedor de lampiões e adestrador de ilusões, mãe e pai de poesias métricas, com rimas que a curva tornou paralelas.
Irei bem adiante, navegante de amores e dores, flores astrais serão então bailarinas, nas quais, os iguais se encontrarão... neste tempo de ninguém...

Você, simplesmente, estará feliz, sem lembrança alguma, vestida de branco-lírio da paz, abrindo a ilusão e a janela verde da casa que não existe mais . Será algo sagrado, no Cosmos, nas alturas, além das nuvens, além dos horizontes dos Alferes e do ventre das mulheres. Você estará para sempre viva no meu coração e no semen da minha alma cansada...
Será a minha eterna amada...

E a poeira do tempo , depois que o vento passar, trará todos os momentos, agora, marcados, incrustrados no Universo, estarei, submerso, bem perto da Poeira do tempo, ao vento, ao relento ...

domingo, 18 de março de 2012

Florestas Astrais

 

O lago azul reflete os ciprestes, alamos e azinheiros...

que arranham o céu e são o véu da própria mata ciliar: estelar, fogo, terra, água e ar.
Nascem em meio aos cometas distraídos, jardins astrais e flores campestres em celestiais vestes.

O olhar se perde na harmoniosa extensão, do contorno alado dos longínquos pinheiros. É nobre o encantamento: a neve no cume dos montes festeiros traz, entre as fontes, as entranhas da paz e, do sagrado, o verdadeiro infindável momento.

É preciso enxergar além... com a inesperada brisa que vem. Fixar o olhar mais e mais, velejar e voar sem rota, como pelicano insano, como a última gaivota, mais e mais em meio as Florestas Astrais.
A cor sopra do pigmento do vento, a flor do nectar do amor.
As raízes em novas matizes, forjando asas do levitar sem saber.
Somos nesta cantiga outonais folhas levadas às Florestas Astrais, a cada instante, simplesmente,a renascer e renascer...