segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Começa campanha de vacinação em SP
A campanha de vacinação contra raiva para cães e gatos na cidade de São Paulo já começou. Segundo Secretaria Municipal da Saúde, o atendimento acontece em mais de 1.900 postos fixos e volantes até o dia 2 de setembro.O serviço é gratuito e obrigatório para animais com mais de 3 meses. Conforme o coordenador da Suvis Móoca-Aricanduva, Robson Piagentini, cães e gatos doentes não devem ser vacinados. Ele acrescenta que para cadelas grávidas a orientação é a de que o tutor busque pela vacina fora da campanha, devido ao risco no transporte e no manejo. E alerta que tutores devem levar os cães na coleira e guia e os gatos, em caixas apropriadas, para evitar fugas e acidentes.A raiva é uma doença transmissível por contato direto, ou seja, pela mordida, arranhões ou lambida de cães, gatos ou outros mamíferos, como morcegos e macacos infectados. ( Na foto, Anderson França, o coordenador da Suvis Móoca/Aricanduva, Robson Piagentini e a jornalista Eliana Miranda, que participou e colaborou com a entrevista). Mais detalhes no site www.radionossosbichos.com.br ou na web radio www.eocanal.com.br
Serviço
Campanha de Vacinação contra a Raiva para Cães e Gatos
Data: de 20 de agosto a 2 de setembro de 2018
Horário de funcionamento dos postos: das 10h às 16h
Relação completa de postos: pelo site www.prefeitura.sp.gov.br/covisa ou pelo telefone 156

domingo, 18 de março de 2018

A democracia deve proteger a discordância!!!!


Meus bons amigos, penso humildemente que a intolerância atingiu níveis preocupantes e inaceitáveis em nosso País. E fatos hodiernos observados na sociedade são estarrecedores numa perspectiva democrática e de defesa da cidadania. A disseminação do ódio ganha proporções assustadoras, principalmente nas redes sociais. Inexplicavelmente, nos deparamos no dia a dia, com toda sorte de discursos de raiva, rancor, zanga ou mesmo cólera ao extremo, preconceito e intolerância virilizada. O pior é que não nos damos conta que atravessamos uma séria crise político-institucional, talvez a pior na história republicana recente,em cujo centro estão a insatisfação com a não representatividade da classe política e dos partidos, sejam à direita ou à esquerda do espectro ideológico.O País encontra-se polarizado entre “petralhas” e “coxinhas”, “reaças” e “comunistas”, “fascistas” e “democratas”. Mas, insisto, a realidade social é consideravelmente mais complexa do que o tipo de maniqueísmo esquemático vivenciado. Tem-se intensificado um sentimento de disputa entre dois grupos, como se
a realidade fosse dicotômica, de modo a dividir a população entre “Nós” e “Eles”, o “Eu” e o “Outro”, o “Bem” e o “Mal. É preciso se livrar urgentemente deste transe, espécie de hipnose coletiva. Democracia pressupõe Instituições Fortes. E um pouco mais, porque a existência do sufrágio universal é apenas a condição necessária para uma democracia, com Estado de Direito e Imprensa livre e independente. Nós não temos mais esses fundamentais ingredientes em nosso bojo. E pelo comportamento atual observado, cavamos além do fundo do poço, infelizmente bem além...

quinta-feira, 15 de março de 2018

Outra história de vida que precisamos prometer que não será esquecida!!!!


Vivenciei como jornalista nas décadas de 70-80, a era de chumbo, das desigualdades sociais, do arbitrarismo covarde e da total supressão dos direitos humanos. Tenho triste memória deste episódio, no qual fiz cobertura como repórter: morto pela polícia militar em 1979, Santo Dias virou sinônimo da luta operária contra a desigualdade; quase 40 anos depois, uma pequena multidão ainda se reúne no local do crime para não deixar apagar a memória de Santo Dias. Esse pobre País perdeu brasileiros de coragem impar como Chico Mendes, Vladimir Herzog e tantos outros.
Agora a história lamentavelmente se repete, muitos lamentam mas infelizmente nada vai ser feito, porque não respiramos mesmo ares democráticos, a atmosfera é violenta e de ódio inexplicáveis. A morte da vereadora Marielle Franco traz à tona um risco tenebroso de um Brasil ditatorial e injusto.
O que me conforta é que ideários de Justiça Social renascem sempre e com mais força a cada canto do planeta e, neste Brasil, o grito por liberdade, igualdade e verdadeiramente JUSTIÇA, não será também calado ou tampouco sufocado. Até hoje, são colocados ao pé do túmulo de Santo Dias, rosas brancas e orações em nome da paz são feitas silenciosas. Quase quatro décadas depois do assassinato, a memória do lavrador que veio de Terra Roxa (SP), transformando-se depois em operário e lutador, ainda tira lágrimas de esperança de poucos. Em outubro de 1979, pouco depois da edição da Lei da Anistia, Santo era um dos líderes de uma greve que reunia cerca de seis mil metalúrgicos em São Paulo. Em uma panfletagem em frente à fábrica Sylvania, a polícia tentou prender alguns de seus colegas. Num momento de tensão, o PM Herculano Leonel o baleou pelas costas. Santo tinha então 37 anos. Deixou dois filhos e esposa. A morte do operário ajudou a fervilhar o clima pelo fim da ditadura. Dezenas de milhares de trabalhadores – alguns veículos citam 15 mil, outros 30 mil – compareceram ao velório de Santo Dias na Catedral da Sé, em 31 de outubro daquele mesmo ano. "Quase nada está certo nesta cidade, enquanto houver duas medidas: uma para o patrão, outra para o operário.", discursou Dom Paulo Evaristo Arns, presidindo a missa de corpo presente.Esse País não pode ter mais mártires, precisa ter Liberdade Democrática e não Libertinagem e falta de respeito humano. Uma lição inconteste ficou vinda de um simples: "ele sempre dizia que, se um dia faltássemos, era necessário que houvesse outras pessoas para continuar nosso trabalho.". E olha que são quase quatro décadas depois que Santo Dias se foi. Mesmo assim, as flores na lápide no cemitério de Campo Grande são as poucas rosas brancas de esperança infinda e tenho certeza, que um dia sem utopia,ainda, vão se espalhar pelos jardins da verdadeira Democracia Almejada por todos nós, autênticos brasileiros.Assim espero e assim um dia será!!!!

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Sempre de bem com a vida


Calandra: bom humor sem preconceitos,
 da MPB até Djs e música eletrônica.

Texto- Anderson França

Mesmo com a agenda cheia e apertada, o desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo e presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Henrique Nelson Calandra, deu um jeitinho e não se negou a receber a  nossa equipe, para uma conversa bem descontraída,  extremamente animada e até reveladora.
O encontro, no gabinete de trabalho, no 30º andar do antigo Hotel Hilton, na Avenida Ipiranga, centro de São Paulo, rendeu histórias que transcendem o dia-a-dia do profissional de Direito, entre elas até uma nova paixão musical. Dizendo estar de bem com a vida, além da MPB e do gênero sertanejo, Calandra, brincou: não escondeu interesse repentino, que se desenvolve agora pelo som que vem das raves”, com Djs, artistas plásticos, visuais e performáticos apresentando seus trabalhos. Rave é um tipo de festa que acontece em sítios (longe dos centros urbanos) ou galpões, com  música eletrônica.  É um evento de longa duração, normalmente acima de 12 horas.

Justiça no Hotel

O famoso hotel cinco estrelas - inaugurado no início dos anos 70, encerrou as atividades  em 2004. Hoje, os quartos luxuosos se transformaram em gabinetes de trabalho para desembargadores e juízes do Tribunal de Justiça do Estado. Foi em uma ex-suíte presidencial, agora gabinete de trabalho, que o desembargador conversou com a nossa reportagem.


Os índios dançaram e cantaram durante 11 dias antes de eu nascer”

Ao som dos tambores

Natural de Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, falou com emoção sobre a data de seu nascimento. A família morava em uma região indígena, Monte Belo. Dias antes de nascer, em julho de 1945, em homenagem ao surgimento de mais uma vida na aldeia, os índios realizaram rituais, envolvendo danças e oferendas durante 11 dias seguidos: “eles estavam me esperando chegar”.


O tempo passou e Calandra hoje é referência nacional no campo do Direito. Não é por acaso que a responsabilidade faz parte do seu perfil. Nelson Calandra começou a trabalhar cedo. Com 12 anos já ajudava o pai em um posto de gasolina, na região metropolitana. Hoje com 66 anos ainda não foge da responsabilidade, com agenda repleta, não lhe sobra muito tempo para o lazer. Mas, nos raros momentos de folga, revela, o que mais gosta é ficar com a família, ouvir música sertaneja e sair para saborear um “bom prato de bacalhau”, no restaurante português de um antigo amigo.

De jeito simples, o desembargador não perde o bom humor. Para Poderes em Revista faz até uma revelação pessoal, inusitada no universo do seu quotidiano: “acreditem meninos... já fui até em uma festa de música eletrônica (rave) para prestigiar um DJ de quem sempre fui muito fã, meu filho”. Na sequência, vamos conhecer um pouco mais da história do profissional dedicado, otimista por excelência, pacifista, homem de família e homem de bem,  Henrique Nelson Calandra.


Por que o senhor começou a trabalhar tão cedo?

Nelson Calandra-  A minha família era numerosa. Eu era a base de todo o sustento, dava o dinheiro para a feira e até arcava com os estudos e despesas das minhas irmãs. Comecei a trabalhar em uma metalúrgica, enfrentando dificuldades de toda a natureza. Esses desafios serviram para os avanços da minha vida pessoal. Foram verdadeiros estímulos. Acabei tendo uma casa para morar, um automóvel para andar, uma família para cuidar. Fortalecido, me tornei advogado e depois magistrado.

O senhor considera que a experiência de vida lhe tornou um homem bom. Mais preparado para enfrentar desafios?
NELSON CALANDRA – Um dia eu sonhei com o meu pai. Ele já tinha falecido há muito tempo. Mas no sonho, ele me falava da prática da bondade. Ressaltava os percalços, ao tentar interagir com a humanidade tão complicada, querendo a cada minuto aprender mais uma dose de humildade. Este fato, sonhar com meu pai, me marcou, serviu como lição e é por isso que creio que só pelo caminho da humildade, da conciliação e da paz é que ainda podemos alcançar resultados positivos.
O senhor se elegeu presidente da AMB com mais de quatrocentos votos à frente do segundo colocado, a que atribui o sucesso da eleição?
NELSON CALADRA – A minha personalidade ajudou muito a agregar pessoas. Quando ingressei em meu mandato como presidente da APAMAGIS (Associação Paulista de Magistrados) ela possuia dois mil associados. Quando sai, a deixei com três mil e cem associados. Na presidência da APAMAGIS  recebi 98% de aprovação. Considero esse mérito coletivo, de toda uma equipe que me cercava e de tantos outros que me ajudaram nessa caminhada, inclusive, os servidores. Na verdade, construímos um bom conceito com reflexos em nível nacional. Lembro também da campanha antes de assumir a AMB. Foi cansativa se estendendo pelo território nacional. Só no Estado de Pernambuco- em dois dias- rodamos mais de mil e quinhentos quilômetros.
Houve algum fato marcante  ou curioso durante esse período?
Nelson Calandra- Houve um fato curioso e marcante. Quando fui ao interior de Pernambuco, em uma comunidade chamada Altinho, encontrei um juiz solitário. Ele me aguardava de braços abertos. Um dia aqui em São Paulo eu o recebi com dignidade e igualdade, no meio de outros juízes. O tratei como se fosse presidente do tribunal de Pernambuco. Não sabia quem ele era, mas coloquei meu carro a disposição dele e fui a pé ao tribunal para fazer a minha seção de julgamento. Eu era o presidente da Apamagis -a maior associação de juízes do país. O abraço sincero dele foi emocionante e gratificante: mostra que quem semeia acaba colhendo aquilo que plantou. Tudo isso é por obra e graça de Deus, não é por mérito meu.
O senhor está sempre disposto a ajudar o seu semelhante?
Nelson Calandra- Estou. Agora mesmo recebi e-mail de uma colega do Nordeste, ameaçada de morte. Ela está se sentindo insegura, estressada, mas foi acolhida na AMB, apoiada e ajudada. E agora nos mandou um e-mail agradecendo pela ajuda recebida. Nós não recebemos as pessoas com olhos de preconceito, nós recebemos as pessoas com olhos de fraternidade,  de acolhimento sejam elas quem for.
Fale um pouco do cidadão Nelson Calandra, o que o senhor gosta de fazer nas horas de lazer?

NELSON CALANDRA - (risos) “olha, há cinqüenta e quatro anos eu nunca tive intervalo para os comerciais porque o trabalho é muito intenso no plano associativo. No plano judiciário, é um desafio muito grande. Mas nos poucos momentos de folga o que eu mais adoro é estar na minha casa.
Aprecia um bom vinho por exemplo?
NELSON CALANDRA – “Parei de fumar e com bebida alcoólica. Tenho uma vida muito agitada e preciso cuidar mais de minha saúde. Mas,  agora adoro um vinho bom, adoro um uísque, adoro tudo isso. Mas, adoro servir uma boa  bebida aos  meus colegas e amigos. Na realidade, fico feliz e dou valor a isso,  ao estar lado da minha esposa, estar na minha casa. Tenho quatro filhos que são da minha mulher. Criei- os desde pequenos. E são tão filhos dela quanto meus, tenho netos também. Minha filha mora nos Estados Unidos. Tenho o problema da distância. Mas o amor supera tudo e as dificuldades e a saudade são vencidas.
O  que o senhor gosta de ler?
Nelson Calandra – Entre meus autores preferidos está Alvin Toffler. Ele é um escritor e futurista norte-americano. É conhecido pela obra sobre a revolução digital, a revolução das comunicações e a singularidade tecnológica.Os seus últimos trabalhos têm abordado o estudo do poder crescente do armamento militar do século 21. Ele é casado com Heide Toffler, igualmente escritora futurista. Recomendo “A Primeira, Segunda e Terceira Onda”. Também gosto do escritor Fuco Gómez, que foi um político independentista e socialista galego, escritor, jornalista, acadêmico e intelectual.


E os autores brasileiros?
Nelson Calandra- Graciliano Ramos, Machado de Assis, são autores que eu já li muito, estudei toda a filosofia oriental.
E na mesa do restaurante, qual o prato preferido?
Nelson Calandra- Eu sou um Juca Pato (risos), um menino pobre que envelheceu. Tenho 66 anos, então o meu prato preferido é arroz, feijão, batata frita e bife. Aprecio também outro tipo de culinária, a portuguesa. Em São Paulo recomendo um restaurante, que a gente sempre que pode vai: Alfama dos Marinheiros, na rua Pamplona. Gosto de um peixe bem feito, também sou capaz de fazer um grelhado em casa.
E na noite de São Paulo, o senhor costuma ir ao teatro?
Nelson Calandra- Eu fui ator de teatro. Eu fui até protagonista no TUCA (Teatro da Universidade Católica) que era um teatro de vanguarda e revolucionário...
Em que ano foi isso?
Nelson Calandra - Foi na década de 70, no ano de 73, por aí... eu trabalhava o dia inteiro, e estudava à noite na faculdade de direito da PUC. E ainda participava do teatro com os colegas. Me lembro de um espetáculo que montamos, a peça era “Testemunha de Acusação” de Aghata Cristhie. Eu era o promotor.
Um ator?
Nelson Calandra- Eu gostava muito do Paulo Autran, como ator e autor, era uma pessoa muito boa, que a gente admirava, inclusive  estudou direito. O Raul Cortez também é de lá. Tem vários autores e atores que saíram da faculdade de direito do Largo São Francisco. Ali se produzia revolucionários, juízes, promotores e desembargadores...
E na música, de quem o senhor gosta?
Nelson Calandra- Gosto muito de música popular brasileira. Bossa nova, aquelas músicas mais calminhas... Mas, aqui faço uma confidência: estou aprendendo e tentando gostar da música moderna, porque o meu filho mais velho o Jorge ele é DJ. A música dele é aquela música eletrônica, aquelas coisas estrambólicas... (risos...)



terça-feira, 27 de junho de 2017

A energia purificada de cães e gatos


Os cães e os gatos são verdadeiros filtros e instrumentos de equilíbrio de energia pura e harmonização de uma casa, um lar. Vocês podem não acreditar, mas tê-los em sua residência é como ter um filtro natural de espantar e barrar maus espíritos e energia negativa. São atributos naturais dos animais citados, além da fidelidade, amor e respeito aqueles que os tratam com carinho. Fique atento quando seu cão latir para paredes ou cantos vazios em sua casa.
Com o gato é diferente. Ele é uma espécie de esponja que absorve as energias negativas
Há nele necessidade enorme de descarregar essas frequências que não são suas. Assim procura um lugar para arranhar; como que afiando as garras e se despindo do pesado fardo, das energias nocivas.
Energias perversas, nocivas ou negativas, impregnam o ambiente através de aparelhos eletrônicos, de redes elétricas próximas ao imóvel, rede de água e esgoto, objetos, pessoas circulantes ou moradoras do local, por exemplo. Logo ter a companhia desses animais é de grande valia e proteção. Acredite firmemente neste fato e os trate com respeito e gratidão. Eles anjefelinos ou anjos de 4 patas nossos queridos bichos, nunca se esqueça disso, além da alegria e do convívio diário, nos prestam grandes favores.


Os cachorros possuem uma capacidade perceptiva que transcende qualquer explicação. Já foi feita uma experiência nos EUA. Na hora em que a moça se levantou da cadeira para ir para a casa, o cachorro acordou e foi para a porta abanando o rabo e só parou quando ela o encontrou ao abrir a porta da casa. Os cachorros percebem quando você está triste e ficam por perto. Ao contrário do gato que transmuta energia negativa em positiva, o cachorro traz a energia positiva do ambiente para você; muitas vezes para lhe ajudar a sair das doenças, principalmente a depressão. São excelentes catalisadores de energias de cura. Captam as doenças dos seus donos e as transferem para si, como forma de ajudar, muitas vezes morrendo em seu lugar. Assim como acontece com as pessoas, cada um é para cada um do jeito que precisa ser. Se você acredita que o seu bicho é saudável, ele será.
Espiritualmente falando, os gatos suportam as forças mais pesadas dentro de um ambiente e até aquelas emitidas por magias, feitiçarias, vodus etc. Eles apresentam esta força porque são muito protegidos pelas energias Divinas e o Universo favorece esse animal para também protegê-lo de possíveis trabalhos indesejáveis, principalmente os gatos pretos. Esse animal de estimação realmente protege qualquer espaço ou recinto. E também têm o poder de absorver e eliminar aquelas vibrações negativas de nosso corpo. Enquanto dormimos, os gatos estão ali fazendo este trabalho. Quando chega a hora dos gatos dormirem, aí sim, eles liberam toda a nossa carga absorvida por eles por um período mas, muitas vezes, não dá tempo para que todo o processo ocorra, aí os gatos acumulam o restante da carga como gordura. Muitas vezes pensamos que os bichanos estão comilões demais, mas talvez não seja isso. É que eles acumulam os restos de energias negativas e ficam obesos automaticamente. Mas não se preocupem, as energias serão liberadas de forma lenta, com certo tempo, mas serão. Cuide bem de seu bicho seja feliz e o faça feliz. Paz e Bem em seu lar.

Quem tem bicho vive mais feliz


Um estudo recente feito pelo Instituto de Pesquisa Médica Baker, na Austrália, mostra que proprietários de pets podem sofrer menos de stress do que pessoas que não possuem um animal. Realizada durante o período de 3 anos, a pesquisa apontou que ter um bichinho de estimação pode reduzir a pressão sanguínea e os níveis de colesterol . Tai o que está esperando saúde plena adote um peludinho cão ou gato, certo?
Estudos comprovam que os animais promovem uma melhor respiração nos humanos, fazem com que os donos sorriam mais, diminuem os índices do hormônio do stress e aumentam os níveis de serotonina, substância responsável pela sensação de bem-estar.
Cientistas da Universidade Warwick, na Grã-Bretanha, também afirmam ”que crianças de quatro a cinco anos se recuperam mais rápido de doenças quando possuem pets em casa”. Elas também ficam mais imunes do que outros jovens que não tem cães ou gatos.
Já pensou que bom seria poder trabalhar com a companhia do seu animal de estimação? A ação é bastante comum nos EUA, na Inglaterra e no Canadá. Em pesquisa feita pela Universidade Virginia Commonwealth, nos EUA, cerca de 30 pessoas levaram seus cães para o trabalho, pelo menos, um dia na semana. Nesse grupo, o nível de stress caiu no mesmo dia.
Ah nunca se esqueça seja feliz, mas cuide com carinho e amor do seu pet. Os animais devem estar saudáveis, com todas as vacinas tomadas.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Radialista ator e jornalista Wagner Sugamele
Será enterrado nesta quarta na Vila Mariana

O jornalista, radialista, ambientalista e ativista comunitário, Wagner Sugamele faleceu vítima de infarto fulminante no Guarujá na terça-feira dia 25 de outubro. Seu velório e enterro acontecem neste dia 26, quarta-feira, no Cemitério de Vila Mariana. Seu falecimento ocorreu devido a um mal súbito, seguido de queda, batendo a cabeça no hall de seu apartamento, sendo diagnosticado como infarto fulminante. A família já marcou a missa de sétimo dia que acontece na Igreja da Glória, no bairro do Cambuci, no dia primeiro de novembro às sete da noite, região sul da cidade de SP.
Wagner Sugamele foi um incansável defensor da Natureza, dos animais abandonados (cães e gatos) além de radialista e jornalista. Foi repórter  de Rádio e Televisão. Atuou muito tempo no programa TV Fama da Rede TV entrevistando celebridades. Estreou na TV, em junho de 2000, quando o programa ainda era apresentado por Paulo Bonfá e Monique Evans. Trabalhou também no A Casa é Sua e no Bom Dia Mulher, a partir de 2004. Ao lado do diretor Cacá Diegues atuou em defesa dos direitos humanos e cidadania do Cambuci e na luta pela despoluição do Rio Tietê, inaugurando um mural ecológico no bairro no final da década de 80. Wagner Sugamele,  atuou ativamente em reportagens e prestação de serviço nas rádios Capital, (Programa Kaká Siqueira) e na Rádio Record, (Programa Kaká Siqueira) e ao lado do ator e diretor Cacá Diegues. Na Nova Eldorado Am, atual Rádio Estadão, era participe do programa Jornal do Meio Ambiente, o primeiro jornal radiofônico ecológico do País, na década de 80. Além disso atuava incansavelmente em defesa da comunidade do Cambuci, sendo o criador do Movimento de Valorização do Cambuci, além de ser ativista em defesa da despoluição do Rio Tietê. Também é um dos criadores do troféu Porcolino, em defesa da preservação da cidade de SP e do patrimônio histórico da metrópole.